Veludo: elegância democratizada
- 4 de abr. de 2018
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O tecido veludo surgiu na índia em meados do século XIII e era exportado para toda a Europa. Mais tarde passou a ser confeccionado nas grandes cidades italianas como Milão e Veneza ganhando grande fama pelo mundo. Produzido com fibras de seda, seu valor era muito alto, por isso ele era mais comum nas vestimentas da nobreza enquanto a plebe fazia uso de tecidos mais baratos ou imitações do veludo.

No século XIX foi muito utilizado na confecção de casacos e vestidos, mas foi no século seguinte que as cosias começaram a mudar. O veludo se tornou o tecido principal nos vestidos de festa, em especial nos anos 20. Em meados da década de 60, ele voltou mais popularizado, feito de diferentes materiais como nylon, algodão e acetato. Passou a compor as roupas do cotidiano em peças como calças e saias.
O veludo se caracteriza pelo lado principal ser cheio de “pelinhos” bem curtinhos que trazem um toque de brilho e maciez, e o lado oposto é liso. Ainda hoje dá um tom aristocrático às roupas, mas pelo uso de materiais mais baratos e comuns, se tornou mais acessível para o público em geral. E em pleno 2018 ele voltou com tudo como tendência outono-inverno.

Hoje o veludo é muito mais versátil e está tomando conta do guarda-roupa feminino. Desde casacos clássicos a shortinhos que podem ser combinados com qualquer outro tecido. Nessa nova onda vale tudo! Até cores vibrantes pode. Mas o ideal é equilibrar o brilho do veludo com peças de couro, alfaiataria ou jeans para não ficar muito exagerado, pois ele é o foco do look.


Você também está autorizada a trazer esse tecido para ambientes mais formais. Aqui os vestidos longos em tons sóbrios vão dar a elegância que você precisa.

E o melhor de tudo é que o veludo também está nos acessórios! Bolsas e botas também entraram nessa onda e podem ser combinados com looks mais despojados, com peças em jeans, para dar um toque especial.




































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